segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Falando de cavalos



Baby Huey - Hard Times

Os finais de semana estão cheios de atividades. No domingo, fomos para uma aula experimental de equitação com as crianças. Existem três ótimos lugares para andar a cavalo em Brasília e este, na minha opinião, é o melhor de todos. Fica perto da minha casa e é um lugar enorme, com muito verde, várias pistas de hipismo, muitas crianças e muitos animais. As crianças adoraram, é claro.

Minha filha, de sete anos, falou de cavalos o ano passado inteiro e não temos como escapar com mais doze meses de enrolação. Meu filho também curtiu a aula, então foi fácil decidir. Vamos apertar o cinto e estudar uma estratégia logística para que ambos façam a aula.

Tenho um pouco de medo de andar a cavalo. Uma vez, na época em que meus pais tinham uma chácara, levei um tombo feio depois que um pangaré empinou comigo no cerrado. Era um bicho preguiçoso, esse cavalo. Vivia correndo para debaixo das árvores, para tentar derrubar o cavaleiro e fugir. Tinha um nome engraçado, não consigo me lembrar. Uma outra vez, me levou correndo a galope para onde havia um monte de abacaxis nativos. Era um lugar perigoso porque as folhas do abacaxi do cerrado são verdadeiras navalhas. O cavalo parou bruscamente e fui parar no seu pescoço. Com o peso, caímos os dois. Acho que foi a última vez que andei a cavalo.

Meus filhos não têm medo. Ao contrário, os dois são muito arrojados e talvez a equitação seja boa para aumentar o autocontrole. Os cavalos sentem tudo e reagem a qualquer movimento do cavaleiro com muita rapidez.

A equitação e o almoço com os avós impediram que eu terminasse a oficina no domingo, como havia planejado. Só fui terminar a pintura na manhã de hoje. Também fiz uma série de reparos nas coisas do jardim. Uma mesinha de centro foi iniciada, só falta lixar. Estou me sentindo produtivo. Mesmo com o calor infernal que vem fazendo.

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