quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Blues da menina má



Aretha Franklin - Evil Gal Blues

Terminei um dos racks no meio da tarde. Não ficou muito bom na sala, talvez em outro lugar. Confesso que fiquei frustrado, mas é preciso melhorar o encaixe da base. Espaçadores também são imprescindíveis. De volta para a prancheta e para a mesa de trabalho.

Choveu o dia inteiro novamente. Acho que já é o décimo dia seguido de chuvas. O verniz que passei na segunda ainda não secou. Uma outra telha, sobre o escritório, precisou ser substituída. Outras três se partiram durante o trabalho.

Minha filha derrubou um bule de chá, que se espatifou todo. Ela brincava de limpar a sala. Chorou um bocado e só se acalmou depois que a colocamos para ajudar a arrumar a bagunça.

A máquina de lavar voltou a dar problema. Rafael, o cãozinho shi-tsu, mordeu a minha filha. À noite, mordeu o meu filho. Está irritado, o cachorrinho, e não comeu direito.

Almoçamos num self-service do shopping peba. Perto de casa tem um shopping novo, grande e chic, e um outro mais velho e bem menor. Almoçamos no segundo. Meu filho não quis o molho quatro queijos no spaghetti. Só colocou queijo ralado. Muito queijo ralado. Bom, ele quase virou a vasilha de queijo no prato dele. Mas comeu tudo. Minha filha demora muito a almoçar. E também a jantar. E enrola no café da manhã. À mesa, desata a falar. Às vezes eu me canso de esperar por ela. Quando ela percebe que estamos cansados de esperar, ela diz que está satisfeita. E então começamos a negociar as últimas garfadas. Em geral, ela deixa comida no prato. Meu filho come tudo. Minha mulher e eu também.

Esta é a última semana de acordar tarde. Na próxima, inicio um programa de readaptação à rotina escolar. Duvida? Bom, talvez eu deixe para começar depois do dia vinte, vamos ver.

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