terça-feira, 9 de agosto de 2011

Ditados, ditados

Não é prego, nem bem de raiz
Não enche barriga
Corta mais do que a espada
Tem mel e tem ferrão
Na boca do mentiroso, até o mais certo é duvidoso
Nem todas as verdades são pra ser ditas
Na boca de quem não presta, quem é bom não tem valia
Não diga ao velho que se deite nem ao menino que se levante
Na seda mais fina é que a mancha pega

Palavra demais só custa dinheiro em telegrama
Até peixe morto parece nadar rio abaixo
Em caminho calcado, não cresce erva
Nem é com vinagre que se apanha moscas

Não há conta que não se pague
Nem ditado velho, se dito em tempo
Não há domingo sem missa, nem segunda sem preguiça
Em pescoço de criança não se acha cabeça de Matusalém
Não há feio sem graça, nem bonito sem senão
Nem fome que não dê em fartura
E não existe guerra de mais aparato do que muitas mãos no mesmo prato

Não há fumaça sem fogo
Nem madeira sem nó
Não há mal que bem não traga e sempre dure
Nem bem que nunca se ature

Não há manjar que não enfastie, nem vício que não enfade
Não há marcas que o tempo não apague.
Não há mau piloto, quando o tempo é bom
Não ponhas todos os ovos no mesmo cesto

Não há melhor mestra que a necessidade
Não há mezinha que cure a dor da separação
Não há moço doente nem velho são

Não há nada tão antigo que não tenha sido novo
E não existe nenhum remédio para curar ódio
Não há fumaça sem fogo, nem roca sem fuso,
não há rosa sem espinho e nem regra sem exceção
Não existe mulher sem senão, sábado sem sol, domingo sem missa
e segunda sem preguiça


Não há pior cego do que aquele que não quer ver
Nem jardim sem flores, velhos sem dores e moças sem amores
Não há sabão que lave a alma da inveja
Nem vitória sem luta

Não passe o carro na frente dos bois
Não peças a quem pediu nem sirvas a quem serviu
Quem pisa no rabo do cachorro, quer ser mordido
Ninguém esconde o amor, o fogo e a tosse

Não se amarra cachorro com lingüiça
E ninguém caça lebres tocando tambor
Não se procura sovaco em cobra
Não se tira leite de pedra
Não se vê veado baleado que não seja grande e gordo

O faminto não será tentado dando-lhe pão a cortar
Não tira bom resultado, quem vai onde não é chamado
Nas asas do tempo, a tristeza voa
Nas costas dos outros se vêm as nossas
Nas curvas da vida, entre devagar
Nem só de pão vive o homem.

Nem tanto ao mar, nem tanto à terra.
Nem toda sede nos leva ao pote
Na cauda é que está o veneno
Notícia ruim chega a cavalo

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